renuncia do papa

A Renúncia: Bento XVI

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11 de fevereiro de 2013, memória de Nossa Senhora de Lourdes, um dia histórico para a Igreja e consequentemente para toda a humanidade. O papa Bento XVI causou perplexidade a milhões de cristãos no mundo inteiro com sua inesperada declaração de renúncia. O que pensar a respeito desse súbito acontecimento? Quais suas causas e consequências? Haverá algo misterioso por detrás de tudo isso: conspirações, conchavos, jogos de interesse? Talvez essas e muitas outras interrogações permaneçam sem respostas até o dia em que tudo será descoberto pelo Divino Redentor.

A renúncia papal ou resignação papal encontra-se enquadrada pelo cânone 332, parágrafo 2, do Código de Direito Canônico. O único requisito para que a renúncia seja válida é que seja feita “livremente e devidamente manifestada”.

           
Bento XVI não foi o primeiro papa a renunciar. Em 1045, o Papa Bento IX renunciou, contra uma vantagem financeira, ao papado. O Papa Gregório VI, seu tio, para livrar a Igreja de Bento IX, convenceu-o a renunciar e tornou-se seu sucessor. Gregório VI demitiu-se em 1046, porque havia concluído acordo com Bento e tal era considerado simonia. O sucessor de Gregório, o Papa Clemente II, morreu em 1047 e Bento IX tornou-se papa novamente. O exemplo mais conhecido de renúncia de um papa é a do Papa Celestino V em 1294: depois de apenas cinco meses de seu pontificado, ele publicou um decreto declarando solenemente que permite que um papa renuncie o cargo, em seguida, fez-se. Ele viveu dois anos como um eremita e mais tarde foi canonizado. O Papa Gregório XII (1406-1415) renunciou para acabar com o Grande Cisma do Ocidente.
           
O anúncio de re sua renúncia se deu ao Consistório dos Cardeais reunidos diante dele, no Papa declarou:
“Caríssimos Irmãos, depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice. Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus”.
        
Diante da novidade do gesto, no entanto, já começam a surgir teorias fabulosas de que o Papa estaria renunciando por causa das dificuldades de seu pontificado ou que até mesmo estaria sofrendo pressões não se sabe de que espécie. O direito à renúncia do ministério petrino já estava previsto no Código do Direito Canônico, promulgado pelo Beato João Paulo II em 1983. Portanto, de modo livre e consciente – como explicou no seu discurso – Bento XVI apenas fez uso de um direito que a lei canônica lhe dava e nada nos autoriza a pensar que fora diferente. Usar desse pretexto para fazer afirmações mesquinhas sobre dogmas e reformas na Igreja é simplesmente ridículo. Quem faz esses comentários precisa de profundos conhecimentos sobre a doutrina católica, sobretudo a expressa no Concílio Vaticano II.
Outros comentaristas foram mais longe nas especulações e atestaram que a renúncia do Papa devia-se às pressões internas que ele sofria por seu perfil tradicionalista e conservador. Além disso, as crises pelos escândalos de pedofilia e vazamentos de documentos internos também teriam pesado na decisão. Não obstante, quem conhece o pensamento de Bento XVI sabe que ele jamais tomaria essa decisão se estivesse em meio a uma crise ou situação que exigisse uma particular solicitude pastoral. E isso ficou muito bem expresso na sua entrevista com o jornalista Peter Seewald – publicada no livro Luz do Mundo – na qual o Papa explica que em momentos de dificuldades, não é possível demitir-se e passar o problema para as mãos de outro.
Mas de todas as notícias veiculadas por esses jornais, certamente as mais esdrúxulas foram as que fizeram referência às antigas “profecias” apocalípticas que prediziam o fim da Igreja Católica. Numa dessas reportagens, um notório jornal do Brasil dizia: “O anúncio da renúncia do apa Bento 16 fez relembrar a famosa “Profecia de São Malaquias”, que anuncia o fim da Igreja e do mundo”. É curioso notar o repentino surto de fé desses reconhecidos laicistas logo em teorias que proclamam o fim da Igreja. Isso tem muito a dizer a respeito deles e de suas intenções.
Por fim, também não faltaram os especialistas de plantão e teólogos liberais chamados pelas bancadas dos principais jornais do país para pedir a eleição de um papa “mais aberto”. Segundo esses doutos senhores, a Igreja deveria ceder em assuntos morais, permitindo o uso da camisinha, do aborto e casamento gay para conter o êxodo de fiéis para as seitas protestantes. A essas pretensões deve-se responder claramente: A Igreja jamais permitirá aquilo que vai contra a vontade de Deus e nenhum Papa tem o poder de modificar isso. A doutrina católica é imutável. Ademais, os fiéis jovens da Igreja têm se mostrado cada vez mais conservadores e avessos à moral liberal. Inovações liberais para atrair fiéis nunca deram certo e os bancos vazios da Igreja Anglicana são a maior prova disso.
Se hoje o Papa renuncia, podemos deduzir destas suas palavras programáticas, é porque vê que seja um momento de serenidade, em que os vagalhões das grandes crises parecem ter dado uma trégua, ao menos temporária, à barca de Pedro.Podemos também deduzir que o Santo Padre escolheu o timing mais oportuno para sua renúncia, considerando dois aspectos: 1)Ele está plenamente lúcido. Seria realmente bastante inquietante que a notícia da renúncia viesse num momento em que, por razões de senilidade ou por alguma outra circunstância, pudéssemos legitimamente duvidar que o Santo Padre não estivesse compos sui (dono de si); 2)Estamos no início da quaresma. Com a quaresma a Igreja entra num grande retiro espiritual e não há momento mais oportuno para prepararmos um conclave através de nossas orações e sacrifícios espirituais. O novo Pontífice irá inaugurar seu ministério na proximidade da Páscoa do Senhor.
Por isto, apesar do grande sentimento de vazio e de perplexidade deste momento solene de nossa história, nada nos autoriza moralmente a duvidar do gesto do Santo Padre e nem deixar de depositar em Deus nossa confiança. Se confiamos no Papa até aqui, porque agora negar-lhe a nossa confiança? Como filhos, nos vem a vontade de dizer: “não se vá, não nos deixe, não nos abandone!” Mas não estamos sendo abandonados. A Igreja de Cristo permanecerá eternamente. O que o gesto do Papa então pede de nós, é mais do que confiança. É fé! Fé naquelas palavras ditas por Nosso Senhor a São Pedro e a seus sucessores: “As portas do inferno não prevalecerão!” (Mt 16, 18).
Em meio ao calor da emoção em torno da renúncia do Papa, precisamos pensar o seguinte: o Santo Padre despojou-se de um título, apenas e não da vocação propriamente dita, já que, antes de tudo, ele é sacerdote e bispo da Igreja de Deus. Não nos esqueçamos que ele, mesmo antes do Pontificado, era considerado um grande pensador e pôde assim contribuir com a Igreja, através de seus escritos, por longos anos.
No Luz do Mundo, de 2010, ele chega a precisar que sua intenção nunca foi de acumular títulos na Igreja, já que, sua paixão era a vida acadêmica; era desenvolver uma linha de pensamento capaz de conduzir os católicos à essência do cristianismo e da catolicidade. Para vocês terem uma ideia, nas ultimas três férias de verão europeias, ele concluiu toda a trilogia “Jesus de Nazaré”. Sendo assim, que venham seus livros, caso isso não atrapalhe seu merecido descanso…
Nos dias de hoje, o Papa se despede da mesma maneira. Crucificado pelos meios de comunicação, crucificado pela opinião pública e crucificado por seus próprios irmãos católicos. Crucificado à sombra de alguém mais carismático. Crucificado na humildade, essa que custa tanto entender. É um mártir contemporâneo, destes a respeito dos quais inventam histórias, destes que são caluniados, destes que são acusados, e não respondem. E quando responde, a única coisa que fazem é pedir perdão. “Peço perdão por minhas faltas”. Nem mais, nem menos. Que coragem, que ser humano especial. Hoje o mundo irá achá-lo muito estranho. Um mundo que não leu seus livros, nem suas encíclicas, porém que daqui a 50 anos ainda irá recordar como, com um gesto simples de humildade, um homem foi Papa e, quando viu que havia algo melhor no horizonte, decidiu afastar-se por amor à Igreja. 
Últimas palavras
Teólogo brilhante, Bento XVI entrará para a história como o “Papa do amor” e o “Papa do Deus Pequeno”, que fez do Reino de Deus e da Igreja a razão de sua vida e de seu ministério, nos seus oito anos de pontificado.
O curto período de seu pontificado foi suficiente para ajudar a Igreja a intensificar a busca da unidade dos cristãos e das religiões através de um eficaz diálogo ecumênico e inter-religioso, bem como para chamar a atenção do mundo para a necessidade de voltar-se ao Deus criador e Senhor da vida.
Bento XVI será chamado de “Pontífice emérito” ou “Papa emérito”. O Papa manterá o nome de “Sua Santidade Bento XVI” e continuará usando a “batina branca” simples, contudo, sem mozeta; uma capa curta que cobre os ombros. Além disso, não usará mais os “sapatos vermelhos”, que simbolizam o sangue dos mártires e são usados exclusivamente pelo papa.
O Papa retirou-se ontem  à Castel Gandolfo, onde permanecerá até que esteja pronta a sua nova residência no Vaticano – o mosteiro Mater Ecclesiae.
Em seu último Angelus, Bento XVI declara: “O Senhor me chama a ‘subir a montanha’, a dedicar-me ainda mais à oração e à meditação. Mas isso não significa abandonar a Igreja, antes, se Deus me pede isso é exatamente para que eu possa continuar a servi-la com a mesma dedicação e o mesmo amor com o qual procurei fazer até agora, mas num modo mais adaptado à minha idade e às minhas forças”. Palavras que serviram de consolo a muitos corações, na certeza de que nossa amada Igreja ganha um intercessor com tanto afinco.
O Papa deixou-nos ainda sábias palavras em sua última catequese. Explicou novamente os motivos da sua renúncia, agradeceu as orações e apoio e nos deixou um convite à confiança no Senhor mesmo quando viver as tempestades:
“Quando, em 19 de abril há quase oito anos, aceitei assumir o ministério petrino, tive a firme certeza que sempre me acompanhou: esta certeza da vida da Igreja, da Palavra de Deus. Naquele momento, como já expressei muitas vezes, as palavras que ressoaram no meu coração foram: Senhor, porque me pedes isto e o que me pede? É um peso grande este que me coloca sobre as costas, mas se Tu lo me pedes, sobre tua palavra lançarei as redes, seguro de que Tu me guiarás, mesmo com todas as minhas fraquezas. E oito anos depois posso dizer que o Senhor me guiou, esteve próximo a mim, pude perceber cotidianamente a sua presença. Foi uma parte do caminho da Igreja que teve momentos de alegria e de luz, mas também momentos não fáceis; senti-me como São Pedro com os Apóstolos na barca no mar da Galileia: o Senhor nos doou tantos dias de sol e de leve brisa, dias no qual a pesca foi abundante; houve momentos também nos quais as águas eram agitadas e o vento contrário, como em toda a história da Igreja, e o Senhor parecia dormir. Mas sempre soube que naquela barca está o Senhor e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas é Sua. E o Senhor não a deixa afundar; é Ele que a conduz, certamente também através dos homens que escolheu, porque assim quis. Esta foi e é uma certeza, que nada pode ofuscá-la.  E é por isto que hoje o meu coração está cheio de agradecimento a Deus porque não fez nunca faltar a toda a Igreja e também a mim o seu consolo, a sua luz, o seu amor.
Gostaria de convidar todos a renovar a firme confiança no Senhor, a confiar-nos como crianças nos braços de Deus, certo de que aqueles braços nos sustentam sempre e são aquilo que nos permite caminhar a cada dia, mesmo no cansaço. Gostaria que cada um se sentisse amado por aquele Deus que doou o seu Filho por nós e que nos mostrou o seu amor sem limites. Gostaria que cada um sentisse a alegria de ser cristão.
Gostaria que a minha saudação e o meu agradecimento alcançasse todos: o coração de um Papa se expande ao mundo inteiro. Neste ponto gostaria de agradecer verdadeiramente de coração todas as numerosas pessoas em todo o mundo, que nas últimas semanas me enviaram sinais comoventes de atenção, de amizade e de oração. Sim, o Papa não está nunca sozinho, agora experimento isso mais uma vez de um modo tão grande que toca o coração. O Papa pertence a todos e tantas pessoas se sentem muito próximas a ele.
Nestes últimos meses, senti que as minhas forças estavam diminuindo e pedi a Deus com insistência, na oração, para iluminar-me com a sua luz para fazer-me tomar a decisão mais justa não para o meu bem, mas para o bem da Igreja. Dei este passo na plena consciência da sua gravidade e também inovação, mas com profunda serenidade na alma. Amar a Igreja significa também ter coragem de fazer escolhas difíceis, sofrer, tendo sempre em vista o bem da Igreja e não de si próprio.
Não retorno à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, recepções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas estou de modo novo junto ao Senhor Crucificado. São Bento, cujo nome levo como Papa, será pra mim de grande exemplo nisto. Ele nos mostrou o caminho para uma vida que, ativa ou passiva, pertence totalmente à obra de Deus.
Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja com a oração e a reflexão, com aquela dedicação ao Senhor e à sua Esposa que busquei viver até agora a cada dia e que quero viver sempre. Peço-vos para lembrarem-se de mim diante de Deus e, sobretudo, para rezar pelo Cardeais, chamados a uma tarefa tão importante, e pelo novo Sucessor do Apóstolo Pedro: o Senhor o acompanhe com a sua luz e a força do seu Espírito.
Invoquemos a materna intercessão da Virgem Maria Mãe de Deus e da Igreja para que acompanhe cada um de nós e toda a comunidade eclesial; a ela nos confiemos, com profunda confiança.”
           
E não houve que não se emocionasse com suas derradeiras palavras, dirigidas aos fiéis reunidos em Castel Gandolfo, em sua última aparição pública como Papa: Obrigado! Obrigado a vós! Caros amigos, me sinto feliz de estar aqui convosco, rodeado pela beleza do Criado e pela vossa simpatia  que me faz muito bem. Obrigado pela vossa amizade, o vosso afeto.Sabeis que este meu dia é diferente dos anteriores: não sou mais Pontífice Sumo da Igreja católica: até às oito da tarde o serei ainda, depois não mais. Sou simplesmente um peregrino que começa a última etapa da sua peregrinação sobre esta terra. Mas ainda gostaria ainda com o meu coração, com o meu amor, com a minha oração, com a minha reflexão, com todas as minhas forças interiores, trabalhar para o bem comum e o bem da Igreja e da humanidade. E me sinto muito apoiado pela vossa simpatia. Vamos pra frente com o Senhor para o bem da Igreja e do mundo. Obrigado, vos dou agora com todo o coração a minha benção. Seja bendito Deus Onipotente, Pai e Filho e Espírito Santo. Obrigado, Boa noite! Obrigado a vós todos!
Mesmo em um momento de forte emoção e despedida, o agora então Papa emérito Bento XVI deixou de nos orientar e fortalecer com palavras de um digno pastor.

SÉ VACANTE

Às 20hs, horário local de Roma, na tranquilidade de Castel Gandolfo, Bento XVI deixou de ser papa. O cardeal camarlengo Tarcisio Bertone quebrou o anel do Pescador e o selo de chumbo. A Guarda Suíça – guarda pessoal do pontífice – fechou as portas do castelo e deixou de exercer suas funções neste tempo na residência temporal de Bento XVI, porque já não há papa para custodiar. A Igreja entrou na sé vacante, período no qual a Igreja ficará sem um líder até que os cardeais escolham um novo Papa.
Tarcisio Bertone (secretário de estado durante quase todo o pontificado de Bento XVI) assume interinamente a função de chefe de estado do Vaticano. Ele vai administrar os assuntos ordinários da Igreja, como o pagamento das contas. No entanto, não será responsável pelo governo espiritual e também não vai tomar decisões importantes, nem nomear bispos ou cardeais.
O camerlengo será auxiliado por um grupo de três cardeais que se renova a cada três dias. Cada um deles representa  uma das três ordens do colégio de cardeais, que se divide em bispos, presbíteros e diáconos. Durante a sé vacante, qualquer decisão sobre um assunto mais relevante deve passar pela assembleia dos cardeais. O camerlengo também é responsável por convocar as congregações, como são chamadas as reuniões dos cardeais que antecedem o conclave, o encontro onde ocorre a vocação para o sucessor do Papa.
Mas a organização do conclave não é responsabilidade do camerlengo, mas sim do cardeal decano, que preside o colégio de cardeais. O decano é Angelo Sodano, de 85 anos, mas quem vai presidir o conclave será Giovanni Battista Re, por ter menos de 80 anos e ser o mais velho entre os eleitores.
Peçamos com a Virgem Maria que o Senhor, mais uma vez, derrame o dom do Espírito Santo sobre a sua Igreja e que o Colégio dos Cardeais escolha com sabedoria um novo Vigário de Cristo.
Agradeçamos a Deus o dom do ministério de Sua Santidade Bento XVI a quem continuaremos unidos na comunhão fraterna, assegurando-lhe nossas preces.
 
 
 
 Silvia Enes
Comunidade Mariana Resgate

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