Jubileu da RCC em Roma é sinal da bênção da Igreja, diz Katia Zavaris

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Mais de 30 mil carismáticos participam desde a quarta-feira, 31, do Jubileu de Ouro da Renovação Carismática Católica (RCC), em Roma. O ápice da celebração será a Vigília de Pentecostes no sábado, 3, que contará com a presença do Papa Francisco.

“A expectativa é de um momento de grande ação de graças e de derramamento do Espírito Santo, na presença do nosso pastor maior que é o Papa Francisco, e do povo que lá estará representando a Renovação Carismática de todo o mundo. Ao mesmo tempo, será um momento de fazer memória, e renovar a graça do Batismo do Espírito Santo”, diz a coordenadora nacional da RCC Brasil, Katia Roldi Zavaris.

Vinicius Rodrigues Simões com a família / Foto: Arquivo pessoal

Vinícius Simões, coordenador do movimento carismático no Estado do Rio de Janeiro, é um dos cerca de 4 mil peregrinos brasileiros que estão em Roma para a celebração. Para ele, o Jubileu de Ouro da RCC junto com o Papa significa que o momento agrada a Deus e faz muito bem à Igreja.

“O Papa já afirmou isso e, como pai, vem festejar conosco este tempo significativo de caminhada, de história e de missão; vem nos confirmar na caminhada e vem reafirmar nosso acolhimento no coração da Igreja. É verdadeiramente um tempo de grande graça para a RCC! Louvado seja Deus por eu fazer parte desse tempo…”, diz Vinícius, que participa do movimento há 25 anos.

O coordenador afirma ainda que a “graça dos 50 anos da RCC, sem dúvida, perpassa a vida pessoal de seus membros”, e conclui que o Jubileu é um “tempo de libertação, de restituição, de revisão, de amadurecimento”. “Deus é bom e se utiliza de um marco aparentemente histórico para torná-lo profético e próspero em bênçãos e graças especiais”.

A RCC e o Papa Francisco

Katia Roldi Zavaris, Presidente do Conselho Nacional da Renovação Carismática do Brasil / Foto: Canção Nova

A coordenadora nacional, Kátia Zavaris, há 30 anos na RCC, explica que a convocação do Papa para a celebração jubilar em Roma, foi um sinal de Deus, uma bênção da Igreja para todo o movimento. “Foi uma confirmação que foi Deus quem suscitou a Renovação, de que ela nasceu em Seu coração”, diz.

Ela comentou também a proximidade do Papa Francisco ao movimento, que ainda como cardeal de Buenos Aires, foi responsável por acompanhar as novas comunidades naquela arquidiocese, bem como a Renovação Carismática local. Para Kátia, esta aproximação foi uma demonstração do amor de Deus.

“É um Papa que conhece a vida carismática. Foi um plano muito especial e amoroso de Deus para com o movimento. Ninguém melhor que ele [Francisco], que viveu perto ao movimento, para saber como viver esse momento jubilar. E sobre o que nos espera daqui pra frente, o Papa Francisco tem sido um grande instrumento de Deus para nos indicar o caminho”, ressalta.

A Renovação Carismática

A Renovação Carismática Católica, ou o Pentecostalismo Católico, como foi inicialmente conhecida, teve origem com um retiro espiritual realizado nos dias 17-19 de fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh, Pensylvania, EUA). O movimento se expandiu mundo a fora tempos depois.  Como afirma Monique Hébrard, membro do movimento, a Renovação Carismática “explodiu quase ao mesmo tempo em todos os cantos da terra e em todas as igrejas cristãs, sem que se saiba muito bem como é que o fogo se ateou”.

Atualmente, mais de 150 milhões de pessoas no mundo foram evangelizadas pelo movimento carismático.

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