NOVAS FUNDAÇÕES: QUEM SOMOS?

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A primeira vez que a Igreja falou oficialmente de Novas Comunidades ou Nova Fundações foi na Exortação Apostólica Vita Consecrata do papa João Paulo II, publicado em 25 de março de 1996.

O Papa João Paulo II chama então as Novas Comunidades de uma resposta providencial às necessidades urgentes da Igreja e da sociedade nos nossos tempos. Somos esse novo sopro do Espírito, a nova primavera da Igreja.

A maioria das Novas Fundações surgiram da Renovação Carismática, mas trazem em si algumas originalidades que as diferenciam de outros movimentos eclesiais.

A primeira originalidade consiste no fato de serem grupos compostos por homens e mulheres, por clérigos e leigos, casados e solteiros que vivem em comunidade, seguindo um estilo particular de vida e com um carisma particular.

Além disso, trazem uma intensa aspiração à vida comunitária, à vivência dos conselhos evangélicos e à oração. São organizadas em um governo comum, vivido sob a graça da obediência. E possuem um forte caráter missionário e evangelizador.

As Novas Comunidades trazem um carisma e uma identidade particular, porém elas não surgiram do nada, mas fazem parte da grande tradição da vida religiosa da Igreja. Há muita riqueza na vida dos grandes padres e fundadores, que são setas para os tempos atuais.

É preciso então trilhar um caminho sério de discernimento e crescimento no conhecimento da Vontade de Deus. A Comunidade, os membros, o carisma, precisam ser lapidados e modelados, e isso é só com o tempo. Não se descobre um carisma de forma imediata, mas é com muito trabalho e erros também.

Portanto, para se formar a identidade de uma Nova Fundação é necessário tempo, perseverança, escuta e fidelidade à Vontade de Deus.

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