Papa presidiu Missa conclusiva da JMJ asiática encorajando jovens a transformar o otimismo natural em esperança cristã

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Papa Francisco presidiu neste domingo, na Coreia, à Missa conclusiva da VI JMJ asiática, na localidade de Haemi, uns 100 Km a SW de Seul.

Ao necessário ambiente de recolhimento se alia, especialmente nos cânticos, o entusiasmo juvenil. Para além do latim dos textos litúrgicos e do inglês da homilia do Papa, uma leitura foi proclamada em filipino, outra numa língua da Malásia e o Evangelho em coreano. 

Na homilia, em inglês, o Papa Francisco comentou o lema desta Jornada da Juventude Asiática: “Juventude da Ásia, levanta-te”, que – sublinhou – “fala de um dever, de uma responsabilidade”.


Como jovens que não apenas vivem na Ásia, mas são filhos e filhas deste grande Continente, tendes o direito e o dever de tomar parte plena na vida das vossas sociedades. Não tenhais medo de levar a sabedoria da fé a todos os campos da vida social! 


O tema desta JMJ asiática – prosseguiu o Papa – contém a palavra “juventude”, que evoca o optimismo, a energia e boa vontade que caracterizam naturalmente os jovens. Mas há um caminho a empreender para se chegar a um amor genuíno que sabe sacrificar-se – advertiu.


Deixai que Cristo transforme o vosso natural optimismo em esperança cristã, a vossa energia em virtude moral, a vossa boa vontade em amor genuíno que sabe sacrificar-se! Este é o caminho que sois chamados a empreender. Este é o caminho para vencer tudo o que ameaça a esperança, a virtude e o amor na vossa vidas e na vossa cultura. Assim a vossa juventude será um presente para Jesus e para o mundo.


Como jovens cristãos – qualquer que seja a vossa condição de vida – “vós não constituís parte apenas do futuro da Igreja”: 


Vós sois uma parte necessária e amada também do presente da Igreja! Vós sois a presença da Igreja! (aplausos) Permanecei unidos uns aos outros, aproximai-vos cada vez mais de Deus, e, juntamente com os vossos Bispos e sacerdotes, gastai estes anos na edificação duma Igreja mais santa, mais missionária e humilde, uma Igreja que ama e adora a Deus, procurando servir os pobres, os abandonados, os doentes e os marginalizados. 

Fonte: Rádio Vaticana

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