Padre Luiz Carlos Dias, secretário executivo da Campanha da Fraternidade / Foto: CNBB

Saiba para onde vai o dinheiro da coleta do Domingo de Ramos

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O dinheiro arrecadado na coleta das Missas celebradas em todo Brasil, neste domingo, 13, será destinado ao Fundo Nacional de Solidariedade

Luciane Marins e Padre Roger Araújo

Às vésperas do Domingo de Ramos, o Canção Nova em Foco, desta semana, conversa com o padre Luiz Carlos Dias, secretário executivo da Campanha da Fraternidade 2014, sobre o Fundo Nacional da Solidariedade. Na Missa deste domingo, 13, as coletas realizadas nas Igrejas de todo o Brasil serão destinadas para esse fundo. “O dinheiro arrecadado com essa coleta será destinado aos pobres.”

A coleta é um gesto concreto da Campanha da Fraternidade, que busca, durante a Quaresma levar os fiéis a uma verdadeira conversão.

Ouça íntegra da entrevista

“Que estejamos cada vez mais atentos às necessidades dos nossos irmãos. Inclusive, nosso Papa vem falando, constantemente, que não podemos nos acomodar com a globalização da indiferença, mas erguer nossos olhos e olhar para essas pessoas que estão em situação muito difícil, e, muitas vezes, um gesto nosso como esse, pode amenizar as situações”.

Quarenta por cento do dinheiro arrecado vai para o Fundo Nacional de Solidariedade e 60% fica na própria diocese para o Fundo Diocesano de Solidariedade. O valor é destinado para o apoio de projetos sociais, geralmente relacionado ao tema da Campanha da Fraternidade, mas não só.

Esse fundo atende mais de 300 projetos ao longo do ano. “Vamos atender muitas e muitas pessoas que enviam projetos em algumas áreas, quer na formação por exemplo em vista do enfrentamento dessa realidade do tráfico humano, quer na mobilização de políticas públicas em relação ao enfrentamento dessa realidade ou de outras, quer também em projetos de geração de renda”.

Campanha da Fraternidade 2014

A Campanha da Fraternidade deste ano, que tem como tema “Fraternidade e Tráfico Humano”, é avaliada de maneira positiva pelo secretário executivo. “As comunidades abraçaram essa temática.”

Para ele, foi um campanha oportuna. “À medida que a campanha foi avançando, muitas comunidades tiveram a possibilidade de ouvir testemunhos de algumas pessoas que já tinham passado por aquela situação”.

O padre conta que a realização da Campanha da Fraternidade sempre gera reflexão e conscientização sobre o tema proposto e que, naturalmente, surgem muitas ações locais, nas paróquias e dioceses. “Sempre de abrangência nacional, procuramos fazer um discernimento para que abracemos uma ou duas causas para que possamos dar continuidade a esta ação.”

Um exemplo, em relação a Campanha da Fraternidade de 2012, sobre a Saúde Pública, foi o apoio ao Projeto Saúde +10.

Fonte: Notícias Canção Nova

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