Paz na siria

Síria. Cor Unum promove um encontro humanitário

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Um encontro de coordenação entre as organizações caritativas católicas que actuam no contexto da crise síria: quem o organiza, nesta sexta-feira, 30, é o Pontifício Conselho “Cor Unum”, para “fazer uma avaliação do trabalho realizado até agora pelas organizações caritativas católicas no contexto da crise, apontar as críticas feitas e indicar as prioridades para o futuro”. 

O encontro, que se insere “na continuidade com o trabalho realizado nos últimos dois anos pela Santa Sé” e como continuação do encontro de 3 e 4 de Junho de 2013, organizado pelo mesmo Pontifício Conselho e do qual participaram 25 organizações que actuam na Síria e na área do Médio Oriente, terá dois momentos: durante a manhã, após a introdução do Cardeal Robert Sarah, Presidente de “Cor Unum”, que coordenará os trabalhos – informam os organizadores num comunicado divulgado pela Sala de Imprensa Vaticana – haverá o discurso do Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin. 

Em seguida tomarão a palavra Dom Mario Zenari, Núncio Apostólico na Síria, e Dom Antoine Audo, Presidente da Caritas Síria. Serão apresentadas, ainda, as actividades realizadas pelo sector informações de Beirute (Líbano), criado no ano passado para recolher e divulgar os números sobre o trabalho das organizações católicas. 

Na parte da tarde se trabalhará sobre os aspectos concretos da colaboração entre os diferentes sujeitos na Síria e nos Países vizinhos. “A Síria é o alvo de atenção da Comunidade internacional pela persistência da crise humanitária que se criou com a guerra”, lê-se no comunicado. A Santa Sé, junto com as actividades diplomáticas, através da rede das Nunciaturas, das relações com as Igrejas locais e do trabalho das agências caritativas católicas, participa activamente em programas de ajuda e assistência humanitária. 

De acordo com os números disponíveis, a crise teria provocado até agora 160 mil mortos, enquanto seriam mais de 2 milhões de sírios refugiados, a maior parte dos quais nos Países da área médio-oriental e mediterrânea, e quase 6 milhões de deslocados internos.

Fonte: Rádio Vaticana

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