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Vocação religiosa – Irmã Maria José

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Amado seja por toda parte o sagrado coração de Jesus

  1. Irmã Maria José, quando e como foi o seu chamado à vida religiosa?

R: O meu chamado aconteceu quando o Papa São João Paulo II veio ao Brasil pela segunda vez e falou da vida religiosa, em 1983.

  1. Foi fácil discernir sua vocação? Encontrou alguma barreira para assumir?

R: Não foi fácil, mas o ardor era maior que o temor pelo fato de ter uma vida inserida no trabalho apostólico na Igreja e rezar todos os dias. As barreiras eram muitas como, por exemplo: os membros da minha família que se dividiam (uns aceitavam e outros não); os colegas procuravam desviar-me, tentando desanimar-me; tudo o que lutei para conseguir como uma jovem estudante, imediatamente as oportunidades apareciam. No momento de discernir, optei pela vida religiosa.

  1. O que mais lhe atraiu na Congregação das Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração?

R: A vida do fundador Pe. Júlio Chevalier e a devoção ao Sagrado Coração, porque minha paróquia é do Sagrado Coração. O Carisma de revelar o amor de Deus encarnado no Coração de Jesus e a abertura de viver o carisma em qualquer obra.

  1. Se não tivesse abraçado a sua vocação religiosa, a senhora acha que seria feliz?

R: Não, pois a vocação é a gratuidade de Deus para uma pessoa. Abraçando-a e respondendo ao amor de Deus, nada tem maior valor.

  1. Neste ano de vida consagrada, que mensagem a senhora gostaria de deixar às pessoas que desejam se consagrar a Deus na vida religiosa?

R: Coragem! Deixe Deus fazer de ti um instrumento para Ele próprio usar, da melhor maneira, para conduzir seu povo ao encontro d’Ele.

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